Eu descobri que não preciso ser forte todos os dias.
Levou muito tempo até que eu conseguisse desabar.
Levou mais tempo que eu pude prever.
Doeu.
Machucou mais do que eu podia aguentar.
Mas eu desabei.
Enfim, eu chorei.
Gritei por socorro, até a voz calar rouca.
Me abri e contei aos quatro cantos tudo que eu sentia, que antes descia como ácido pela minha garganta.
Mas falar não me fez mais fraca, mais forte ou mais incrível. Nem mais amada. Nem menos triste.
Nem mais leve.
Só mais eu.
Só mais vazio.
Só mais perguntas.
Sem mais sentido.
Igual esse texto, que não tem a pretensão de ser um poema, nem o desejo de ser uma parábola.
É só um texto. São palavras.
É o que sinto. Confuso mas sentido.
Doloroso mas entendido.
Só mais um texto. Mais um tempo. Mais um só.
Era eu, só.
Levou muito tempo até que eu conseguisse desabar.
Levou mais tempo que eu pude prever.
Doeu.
Machucou mais do que eu podia aguentar.
Mas eu desabei.
Enfim, eu chorei.
Gritei por socorro, até a voz calar rouca.
Me abri e contei aos quatro cantos tudo que eu sentia, que antes descia como ácido pela minha garganta.
Mas falar não me fez mais fraca, mais forte ou mais incrível. Nem mais amada. Nem menos triste.
Nem mais leve.
Só mais eu.
Só mais vazio.
Só mais perguntas.
Sem mais sentido.
Igual esse texto, que não tem a pretensão de ser um poema, nem o desejo de ser uma parábola.
É só um texto. São palavras.
É o que sinto. Confuso mas sentido.
Doloroso mas entendido.
Só mais um texto. Mais um tempo. Mais um só.
Era eu, só.

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