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Um diário compartilhado entre duas irmãs



Tem sido difícil ser constante não é mesmo? Tem sido quase impossível manter hábitos, manter relacionamentos, amizades, manter a saúde mental, manter a aparência, manter hábitos mais saudáveis, praticar exercícios que a gente sempre promete que vai fazer.
Passamos parte da nossa vida tentando entender e sair desse drama que é ver pessoas que conseguem fazer essas e outras mil coisas em 24 horas, enquanto a gente mal conseguiu levantar e pentear os cabelos.
O maior problema disso não é deixar de realizar todas essas tarefas. Talvez a problemática seja, além de se comparar constantemente com os outros, que nós temos o hábito de não assumir nossas responsabilidades.
Estamos sempre transferindo a culpa dos nossos desastres cotidianos à outras coisas ou pessoas. 
               
- Não fui à academia hoje porque perdi o horário, quando na verdade eu não tive vontade.
- Saí da dieta pq fulano me trouxe um bombom, e eu não quis fazer desfeita, quando na verdade eu queria mesmo é não ligar para as calorias.
- Cheguei atrasado porque estava um trânsito caótico, quando na verdade eu que perdi o ônibus por ter dormido mais 5 minutos.

Você consegue perceber o quanto mentimos pra nós mesmos e para os outros? Percebe o quanto transferimos nossas responsabilidades, o quanto nos sabotamos.
E eu já te peço desculpas se você veio aqui achando que eu tenho a fórmula mágica pra resolver todos esses problemas, porque eu não tenho
Talvez eu até seja a personificação da auto sabotagem, mas se você tiver a solução por favor compartilhe comigo e com o mundo.
A única certeza que eu tenho de um começo para a mudança é que a gente precisa assumir. Precisa aceitar que somos falhos e precisamos aprender a lidar com essas frustrações.
De resto, só posso te dizer que pode demorar, mas a gente vai conseguir passar por tudo isso, e sair machucado, mas muito mais forte e sábio.
Te vejo na próxima crise existencial. Obrigada.
Imagem: http://www.psicologiasdobrasil.com.br
Leia também: http://www.psicologiasdobrasil.com.br/entenda-a-auto-sabotagem/



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Um café, um cafuné no gato. Vira pra lá, vira pra cá.
O sono nao vem.
Uma passada pelas redes sociais, nada. Vídeos, nada.
Séries, nada também.
A TV tem meses que não ligo.
Os livros, meses que nem abro.
Algumas vezes essa semana li livros da Bíblia, na esperança de ter respostas para as perguntas que ainda nem sei quais são.
Hoje foi um daqueles dias em que a gente se sente preso mesmo com a porta aberta.
Aquele dia que eu rezei pra ninguém falar comigo, não me olhar, não sair na rua. Não atender telefone, não ter que fazer nada.
Uma angústia, como se algo ou alguém fosse dar errado ou me decepcionar.
Sentia uma faca rasgando meu peito, meu coração batendo fora do corpo. Muita sede. Muito sono, mas não consigo dormir porque vai acontecer alguma coisa. Eu sinto.
O barulho desses relógios de parede é uma tortura.
As horas não demoraram. Passaram rápido, já é noite, já é madrugada.
Ainda não consegui dormir.
Ainda não sei o que vai acontecer.
Mas amanhã vai ser um dia melhor.
Vai sim...



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Quem nunca teve ou tem aquele amigo, parente, colega de trabalho ou escola que só sabe reclamar?
Todos nós já tivemos ou  temos, senão, o resmungão somos nós mesmos.
Já parou pra pensar o quanto nos suga a energia conviver com pessoas assim?

Já parou pra pensar em algo pra afastar essa pessoa ou tente mudá- la mas nada deu certo?
É, estamos juntos nessa. 

Mas hoje, definitivamente você vai aprender a lidar com essa frustração.
Mas antes de explicar minhas habilidades com esse tipo de comportamento, tenho que explicar como adquiri esse conhecimento todo.
Em meados de 2011, quando sai de férias pela primeira vez na minha vida, descobri já nos primeiros dias que seriam as primeiras e piores férias de toda a minha existência.
Descobri uma lesão na coluna, que me fazia sentir muita, mas muita dor mesmo. Pior que parir, sim eu já pari kkk.

Essa dor me tornou uma pessoa reclamona, chata, amarga. 

Eu não conseguia mais parar de reclamar da dor, e parecia que ela aumentava cada vez que eu reclamava.
Eu fiquei tão insuportável que nem eu me aguentava. Evitava até falar porque não queria ouvir minha própria voz.
Até que uma amiga começou a passar pela mesma coisa.
Ela teve/tem o mesmo problema, que é postural, e como desenvolvíamos função semelhante, pegou nós duas.

Começamos a reclamar juntas.
Não tínhamos mais outro assunto.
Até que ela teve uma ideia sensacional:
Uma vez por semana a gente sairia só pra reclamar. O resto da semana tentaríamos ser positivas, mais agradáveis.
No começo foi bem difícil.
 
Íamos tomar cerveja, tomar café e aproveitávamos pra reclamar dos últimos acontecimentos da vida.
Aos poucos o rolê começou a ser pra rir da nossa rabugentisse.


Depois passou a ser diversão.
Quando nos demos conta, já nem ligávamos pra dor, pra resmungo, pra reclamação.
Então esse é o segredo. Você precisa se comprometer a mudar diariamente. Vá no seu tempo, estabeleça metas diárias.



Depois vá aumentando gradativamente o tempo em que vc teria pra reclamar da sua vida, da sua condição, da vida dia outros.
Enfim, concentre- se em perceber o que há de maravilhoso à sua volta.
É difícil, mas vc consegue. Eu creio.

Tenha dedicação e paixão pela vida. Passa muito rápido...



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Olá lindas ;)
Bom quando li esse livro não tinha nem noção do que se tratava nele, fui descobrindo conforme minha leitura, e confesso que fiquei um pouco intrigada em algumas partes, e quando pensei em fazer esta resenha foi a mesma coisa, fiquei pensando em como começar a escrever este livro que fala de um suicídio de uma adolescente, um livro que aborda vários fatores que se eu começasse a falar ia acabar entrando no pessoal ou em algum assunto polêmico... 
Enfim, vou tentar descrever o livro conforme eu fui entendendo ele.

O livro é narrado por duas pessoas Clay Jensen e Hanna Baker,  então exige uma atenção bem maior para mim, porque eu costumo criar vozes na minha cabeça para cada personagem (sei que isso parece estranho), então tinha horas que eu ficava meia confusa sobre quem estava falando, ai tinha que voltar e ler tudo de novo, tá que isso pode ter acontecido por eu ser um pouco lenta, mas não me impediu de entender e gostar muito desse livro.




A historia começa quando o Clay chega da escola e encontra uma caixa com 13 fitas cassetes e põe elas para tocar e consequentemente acaba descobrindo que foram gravadas por Hanna pouco tempo antes de morrer. Nela Hanna explica os 13 motivos e pessoas  que a fizeram pensar em se matar. Clay está nestas fitas e ele não consegue entender o porque, sendo que ele era apaixonado por ela durante um bom tempo e está sofrendo com isso. Ele ouve as fitas enquanto anda pela cidade, pois junto com as fitas veio um mapa com os locais que Hanna passou.

 O autor Jay Asher cria um suspense, a gente fica esperando pela hora de saber o que Clay fez para Hanna e isso dá uma certa emoção, o jeito como o autor colocou os pensamentos de ambos os personagens principais, faz nós analisarmos ambas as partes, sem falar que vamos descobrindo junto com Clay quais são os porquês de Hanna ter se matado. Dá a impressão de que ela não morreu e que no final ela irá surgir e sei lá, eu acabei tendo uma expectativa de que ela estivesse viva e torci para que fosse verdade, mas não era.

Esse livro faz a gente pensar em nossas atitudes também, pois para gente pode parecer nada um simples ato, mas para quem recebe esse ato, pode ser tudo, as vezes magoamos as pessoas e nem  ligamos para o que isso pode significar para aquela pessoa, para o quanto pode ter arruinado o dia dela. O livro mostra que não é por apenas uma coisa que acontece na vida de Hanna, são varias coisas que para os outros não são nada, tudo isso vai se acumulando e no final Clay que podia ter salvado ela, acabou contribuindo, ele não fez nada de errado mas também não fez nada certo. 
 Minha mãe sempre fala que se o copo está cheio, basta uma gota para transborda-lo e o mesmo acontece com a gente, e aconteceu com Hanna.

No final do livro tem 13 perguntas que o autor Jay Asher responde, vale a pena ler.
Recomendo este livro, e ele já está entre um dos meus preferidos.
Espero que tenham gostado, deixe sua opinião. Beijos



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Se tem uma coisa que não nascemos prontos na vida foi para escolher. Se pudéssemos queríamos tudo, de imediato, de uma vez, sem pensar.
Escolher um curso, uma faculdade, uma carreira, escolher um sabor de sorvete... Porque é tão difícil?
A verdade é que com as muitas opções que temos, nosso cérebro fica confuso e "alegrinho" com tanta variedade. Isso acontece em tudo, trabalho, estudo, alimentação e principalmente relacionamentos.

Por que ter um namorado se você pode se aventurar com tantos garotos por aí? Ou porque ter que ficar à caça se eu posso sossegar e ter alguém sempre?
Quantas vezes você pensou nisso?

Eu não estou aqui te escrevendo pra te dizer qual o melhor, qual direção seguir, qual caminho escolher. Desculpe desapontar, é que eu não consigo decidir nem se vou de tênis ou sapatilha à um lugar, como poderia tomar uma decisão pra sua vida?

E aí está o ponto chave, ninguém pode decidir por você. Que graça isso teria? Ter uma vida robotizada, guiada por outra pessoa que mal consegue escolher um par e meias em uma liquidação.

Não se deixe levar pelos outros. Decida, demore o tempo que for, mas decida. Escolha ir ou ficar, amar ou não amar, beber ou comer, transar ou dormir, a roupa que vai vestir, a carreira que vai seguir, se quer se dar ou se guardar... Seja o que for, só decida.

É  sua vida, é a sua vida. Faça disso um mantra matinal. Decida suas roupas, seu cabelo, seus trejeitos, suas manias, suas crenças, suas políticas, suas mentiras, seus medos, sua trajetória. Decida qual história vai contar.

Não se deixe levar. Não deixa sua vida passar e te arrastar como enchente em tempos de tempestade.

Cada escolha é uma parte de você, é sua representatividade, é sua história.

A vida é tão rara, é tão breve, ela passa. Não fique na janela. Escolha brincar na neve, tomar banho de chuva ou pisar na lama. Escolha a vida.

Escolha, decida.
VIVA.





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AVISO - GATILHOS

Aqui expusemos nossas dores para que você saiba que não está só, esse blog é feito de relatos que podem ser gatilho para algumas pessoas, por isso pedimos que se estiver passando por algum problema, procure ajuda de um profissional.

DESIRRE

32 anos, Ariana, feminista, problematizadora, saúde mental abalada. Apaixonada por maquiagem e mãe de uma garota incrível e de 3 pets mimados. Espírito livre porém nem tanto.

JOY


23 anos, leonina, confeiteira e design gráfico nas horas vagas. Impaciente e gado da minha namorada.

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