Vivemos em tempos que o valor de um lacre é maior que a empatia entre as pessoas.
Uma época em que as mídias sociais, locais de interação e troca de experiências se tornaram campos de divisão.
Machistas contra feministas, ou como eles chamam, feminazis. Héteros contra homossexuais, conservadores contra radicais ou modernistas, esquerda contra direita, e por aí vai.
Diante de toda essa pseudo revolução, onde o mais importante é sair por cima, provar por a+b que o outro era errado, temos nos esquecido do quanto o outro, mesmo pensando diferente da gente, merece respeito, e o quanto este tem o direito de se expressar. Mesmo que você julgue ofensivo, errado, de cunho violento. Todo cidadão tem direto a liberdade de expressão.
Perdemos tanto tempo em discussões sobre quem ou o quê é o melhor, que perdemos a empatia, o tato, a audição.
Sendo mais clara, nós, que escolhemos passar por um processo de desconstrução, de desapego do modelo de sociedade e cultura que nos foi passado a cada geração, não podemos esquecer que está desconstrução é pessoal. E que, principalmente, não pode ser imposta ao outro.
Não se sai de um padrão instituindo outro. Não deixamos de ser oprimidos sendo opressores.
Toda discussão de temas polêmicos, como o feminismo em si, machismo, patriarcado, racismo, homofobia, gordofobia, é valida e necessária. Porém, há formas de se conduzir, de ser didático com o próximo.
Uma época em que as mídias sociais, locais de interação e troca de experiências se tornaram campos de divisão.
Machistas contra feministas, ou como eles chamam, feminazis. Héteros contra homossexuais, conservadores contra radicais ou modernistas, esquerda contra direita, e por aí vai.
Diante de toda essa pseudo revolução, onde o mais importante é sair por cima, provar por a+b que o outro era errado, temos nos esquecido do quanto o outro, mesmo pensando diferente da gente, merece respeito, e o quanto este tem o direito de se expressar. Mesmo que você julgue ofensivo, errado, de cunho violento. Todo cidadão tem direto a liberdade de expressão.
Perdemos tanto tempo em discussões sobre quem ou o quê é o melhor, que perdemos a empatia, o tato, a audição.
Sendo mais clara, nós, que escolhemos passar por um processo de desconstrução, de desapego do modelo de sociedade e cultura que nos foi passado a cada geração, não podemos esquecer que está desconstrução é pessoal. E que, principalmente, não pode ser imposta ao outro.
Não se sai de um padrão instituindo outro. Não deixamos de ser oprimidos sendo opressores.
Toda discussão de temas polêmicos, como o feminismo em si, machismo, patriarcado, racismo, homofobia, gordofobia, é valida e necessária. Porém, há formas de se conduzir, de ser didático com o próximo.
Quando entramos em fóruns com a intenção de ridicularizar o outro, estamos reforçando os esteriótipos dos movimentos.
Veja bem, você não é obrigado a ensinar ou desenhar nada pra ninguém, mas você pode argumentar de forma que a pessoa se sinta curiosa com a proposta da sua militância, e quem sabe até procure mais informações.
Lacre não desconstrói esteriótipos, preconceitos, injúrias.
Temos muito mais a oferecer ao mundo, e às pessoas também.
Manter a empatia é manter o mínimo de respeito pelo próximo, sem comprometer a nossa sanidade mental.
Veja bem, você não é obrigado a ensinar ou desenhar nada pra ninguém, mas você pode argumentar de forma que a pessoa se sinta curiosa com a proposta da sua militância, e quem sabe até procure mais informações.
Lacre não desconstrói esteriótipos, preconceitos, injúrias.
Temos muito mais a oferecer ao mundo, e às pessoas também.
Manter a empatia é manter o mínimo de respeito pelo próximo, sem comprometer a nossa sanidade mental.
Pegar o modelo que julgamos opressor de uma sociedade, impor outro e chamá- lo de desconstrução é mais uma forma mascarada de opressão.


