Você está feliz?
Quantas vezes você já parou para pensar, quantas vezes já se fez essa pergunta?
Alguma vez você encontrou a resposta?
O mundo está tão corrido, tão apressado que nós perdemos a vontade de buscar. Temos preferido a comida congelada, o fast food, o amor fácil, o café de ontem...
Temos tido preguiça de tudo que demanda mais tempo, a conquista, parar para fazer com carinho sua refeição, fazer um novo café.
Temos sido tão imediastas que não queremos mais saber de nada, nós não temos tempo.
Essa é a reclamação do jovem, do adulto de hoje. Não há tempo.
Temos 24 horas para trabalhar, estudar, ser alguém na vida e não temos tempo para mais nada.
O que temos feito das nossas vidas? Quando foi que o mundo se tornou tão frio?
São questionamentos que sempre nos pegamos fazendo, porque na verdade não temos mais tempo.
O tempo antes curava tudo, fazia esquecer, ajudava a pensar, a tomar decisões. Hoje, nosso tempo de esperar é preenchido com relacionamentos superficiais porque não temos tempo de nos aprofundar nas pessoas, é feito de comidas ruins com gosto ruim porque não temos tempo de preparar algo, é feito de sentimentos presos, de silêncio porque não temos mais tempo de nos amar.
Esquecemos como organizar nossos horários, esquecemos o quanto uma conversa ao pé da letra, um café fresco ou até mesmo um sorriso pode dar um novo sentido à vida, uma nova perspectiva.
E até quando seremos levados pela vida? Até quando seguiremos infelizes, automáticos e robóticos?
Onde está a diversão de viver, de conhecer pessoas, de sentir a chuva, de sentir o calor do sol, de sorrir ao ver uma criança no parque, de conversar sobre nada, de ver as nuvens se movimentando como tartarugas, de passear à toa pelas calçadas, de tomar um sorvete sem pensar nas calorias, de dar bom dia à um estranho, de simplesmente observar a cidade pela janela?
Você acha que se tivesse algumas horas a mais no seu dia tudo seria diferente? Você teria tempo pra você? Para se olhar e se gostar, para se cuidar, para ler aquele livro que há tempo está pegando poeira, para reencontrar aquele amigo que marcou e insistiu muitas vezes num encontro?
Somos escravos de um tempo que é nosso. Um tempo feito por nós.
Somos levados como galhos em uma enxurrada. Somos arrastados como a folha é pelo vento.
Controle seu tempo. Use seu tempo. Seja feliz.
Quantas vezes você já parou para pensar, quantas vezes já se fez essa pergunta?
Alguma vez você encontrou a resposta?
O mundo está tão corrido, tão apressado que nós perdemos a vontade de buscar. Temos preferido a comida congelada, o fast food, o amor fácil, o café de ontem...
Temos tido preguiça de tudo que demanda mais tempo, a conquista, parar para fazer com carinho sua refeição, fazer um novo café.
Temos sido tão imediastas que não queremos mais saber de nada, nós não temos tempo.
Essa é a reclamação do jovem, do adulto de hoje. Não há tempo.
Temos 24 horas para trabalhar, estudar, ser alguém na vida e não temos tempo para mais nada.
O que temos feito das nossas vidas? Quando foi que o mundo se tornou tão frio?
São questionamentos que sempre nos pegamos fazendo, porque na verdade não temos mais tempo.
O tempo antes curava tudo, fazia esquecer, ajudava a pensar, a tomar decisões. Hoje, nosso tempo de esperar é preenchido com relacionamentos superficiais porque não temos tempo de nos aprofundar nas pessoas, é feito de comidas ruins com gosto ruim porque não temos tempo de preparar algo, é feito de sentimentos presos, de silêncio porque não temos mais tempo de nos amar.
Esquecemos como organizar nossos horários, esquecemos o quanto uma conversa ao pé da letra, um café fresco ou até mesmo um sorriso pode dar um novo sentido à vida, uma nova perspectiva.
E até quando seremos levados pela vida? Até quando seguiremos infelizes, automáticos e robóticos?
Onde está a diversão de viver, de conhecer pessoas, de sentir a chuva, de sentir o calor do sol, de sorrir ao ver uma criança no parque, de conversar sobre nada, de ver as nuvens se movimentando como tartarugas, de passear à toa pelas calçadas, de tomar um sorvete sem pensar nas calorias, de dar bom dia à um estranho, de simplesmente observar a cidade pela janela?
Você acha que se tivesse algumas horas a mais no seu dia tudo seria diferente? Você teria tempo pra você? Para se olhar e se gostar, para se cuidar, para ler aquele livro que há tempo está pegando poeira, para reencontrar aquele amigo que marcou e insistiu muitas vezes num encontro?
Somos escravos de um tempo que é nosso. Um tempo feito por nós.
Somos levados como galhos em uma enxurrada. Somos arrastados como a folha é pelo vento.
Controle seu tempo. Use seu tempo. Seja feliz.



















